JORNALISMO CULTURAL


No início deste ano lancei um livro intitulado "Jornalismo Cultural", fruto da minha paixão, amor e dedicação ao jornalismo especializado de cultura. É estranho falar sobre você mesmo e divulgar a você mesmo, parece "pedante". Mas, como diria um mestre  "conhecimento é para ser disseminado, divulgado, se ficar só com a gente não cumpre o papel". Foi pensando nisso que lancei (mais não fiz festa de lançamento) o livro “Jornalismo Cultural”, impresso pela Editora Universitária da UFPB.


O livro, com 98 páginas, é fruto de pesquisas realizadas na graduação, especialização em Jornalismo Cultural e no mestrado, no período em que passei em Salamanca (ES). No primeiro capítulo conto uma breve história do jornalismo cultural no mundo, no Brasil e na Paraíba. Tudo muito breve mesmo, pois muito ainda precisa ser estudado, pensado e escrito sobre o jornalismo de cultura em nosso Estado. Talvez por períodos, por anos ou décadas. Sem falar que a dinâmica das redações de cultura são muito rápidas e contar a história quando ela ainda está acontecendo é um tanto quanto complicado.  

Jornalismo Cultural é prefaciado pelo professor Dr. Wellington Pereira que foi seu orientador na graduação e especialização. “O livro de Adriana Crisanto procura demonstrar que no jornalismo cultural, na maioria das vezes, as palavras se bifurcam dos conceitos”, escreveu Pereira. A orelha do livro recebeu os comentários do professor Dr. David Fernandes. 

Os capítulos subsequentes dedico ao estudo das fontes e gêneros do jornalismo cultural. “A intenção não é trazer a polêmica entre vanguardistas e conservadores, defensores da arte moderna, o papel da crítica, a decadência do jornalismo cultural, as diferenças entre cosmopolitismo e nacionalismo, nem questões conceituais apenas. Muito embora um pouco de tudo isso esteja impresso neste trabalho”, acrescentou Adriana Crisanto. 

SOBRE A AUTORA - Adriana Crisanto Monteiro é graduada em Relações Públicas e Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com especialização em Jornalismo Cultural pela FIP/FAP. Mestranda em Serviços Públicos na Faculdade de Sociologia e Comunicação da Universidade de Salamanca (ES) e no Programa de Pós-graduação em Serviço Social pela UFPB. Foi bolsista do CNPq no projeto “Imprensa e Seca na Paraíba”, com a orientação do professor Luiz Custódio da Silva. Também bolsista na Coordenação de Extensão Cultural da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários (PRAC/COEX) com projeto Tambores e Teclas, no Núcleo de Teatro Universitário (NTU) da UFPB, que teve como orientadores: Buda Lira, Everaldo Pontes e Edilson Alves. Atuou como repórter na editoria de cultura do Jornal A União. Trabalhou como repórter de cultura e sub-editora de cultura no Jornal O Norte (Diários Associados Paraíba) por 10 anos. Atualmente é professora do curso de Jornalismo da Faculdade Maurício de Nassau e Chefe da Assessoria de Comunicação da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes. 

SERVIÇO:
JORNALISMO CULTURAL
Autora: Adriana Crisanto Monteiro
Editora Universitária – UFPB, 2012
Páginas: 98
Preço: R$ 20,00
Contato para palestras e oficinas: adrianacrisanto@yahoo.com.br

LOUCEIRA QUILOMBOLA FAZ PERFORMANCE NESTE DOMINGO (13) NA ESTAÇÃO CABO BRANCO DENTRO DA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA QUILOMBOS DA PARAÍBA

              Neste domingo (13) a louceira Dona Lourdes, uma das mais antigas mulheres da comunidade quilombola do Grilo, no Riachão do Bacamarte, em Campina Grande, estará fazendo uma performance de como se constrói e fabrica um peça de barro. As demonstrações acontecerão em horários alternados: às 10h, 12h, 14h e 16h, no segundo pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no altiplano. A entrada é aberta ao público.
            A apresentação de Dona Lourdes é uma das atividades da mostra fotográfica Quilombola da Paraíba que foi aberta na semana passada na Estação Cabo Branco com a presença de remanescentes quilombolas. 
        No próximo domingo (20) haverá no local uma roda de contação de história e estórias, um encontro com antigos quilombolas contando suas memórias e lendas. As rodas estão programadas para às 10h, 14h e 16h, no mesmo local.
Dona Lourdes, como é conhecida pelos moradores da comunidade, é uma senhora de 67 anos, filha de Dona Dora, matriarca do quilombo que tinha toda a tradição de confecção das louças. Além de louças, ela também borba em tecido, técnica apreendida com a mãe.
         A mostra fotográfica “Quilombos da Paraíba”, contra através das imagens e lentes dos alunos do projeto Fotógrafos de Rua, idealizado pelo italiano, radicado na Paraíba, Alberto Banal. Nela eles contam a história, os costumes e as tradições do povo quilombola de nosso Estado. A exposição permanecerá no local até o dia 3 de junho, com apresentações artísticas do povo quilombola.
            A exposição é composta por 166 imagens, sendo que 52 delas são de autoria dos alunos de três comunidades quilombolas: Matão (Guirinhém), Grilo (Riachão do Bacamarte) e Pedra d´Água (Ingá) que participam do projeto Fotógrafos de Rua.
A mostra fotográfica é uma viagem apaixonada da realidade atual de 38 comunidades quilombolas da Paraíba com o intuito de mostrar os inúmeros problemas que afetam sua sobrevivência, mas também a beleza e a riqueza social que constituem o seu patrimônio cultural. "A mostra é também um grito de dor e denúncia para que a sociedade se conscientize da dívida histórica com estes descendentes de povos escravizados, que foram um dos pilares do desenvolvimento do Brasil. Este povo, ainda quase desconhecido e esquecido, é vivo e quer continuar a viver com dignidade”, comentou o fotógrafo Alberto Banal.
Alberto Banal comentou ainda que a mostra será muito importante para valorização dos quilombolas, já que muitos nunca saíram da região onde moram com os pais. "As fotografias são 'retratos' que representam um olhar diferenciado, um olhar de quem está inserido no processo para fora. Graças à fotografia os alunos desenvolveram um processo de autopercepção da identidade e a vontade de comunicar sua realidade”, acrescentou Banal.   
No próximo domingo (20), haverá contação de histórias com antigos moradores quilombolas que vão relatar suas experiências, repassando suas memórias e lendas ao público. Será um encontro entre gerações. “É uma forma de repassar e salvar a tradição oral dos moradores”, afirmou Alberto Banal.       
A mostra fotográfica terá no seu encerramento a apresentação de grupos tradicionais quilombolas de ciranda, coco de roda, makulelê, capoeira e dança afro.
Alberto Banal - O fotógrafo nasceu em Trentino, na Itália. É formado em Letras e Filosofia pela Università Degli Studi de Milão e foi professor de educação musical. Trabalhou por 30 anos como diretor de marketing e diretor comercial da editora Multinacional de revistas especializadas na Itália. Foi fundador da Universidade da Terceira Idade (Uniter) e é autor dos livros '28 Giorni' (memórias) e 'Nel Paese di Fruttilandia' (fábula).
Como cantor e compositor, Alberto Banal gravou dois discos com músicas espirituais. Também produziu espetáculos teatrais e musicais e possui um precioso arquivo de memórias fotográficas. Reside em João Pessoa (PB) desde 2005, onde atua como documentarista, dando visibilidade à população negra das comunidades quilombolas da Paraíba.
Ele ainda é integrante da Associação de Apoio aos Assentamentos e Comunidades Afrodescendentes (AACADE), onde coordena o projeto Casas de Leitura. É autor do projeto Fotógrafos de Rua, em que ministra aulas de fotografia para adolescentes de comunidades carentes e integra a 'Casa dos Sonhos', que trabalha com crianças e adolescentes na comunidade Santo Amaro, localizada no município de Santa Rita (PB).
SERVIÇOS:
Evento: PERFORMANCE DA LOUCEIRA DONA LOURDES
Domingo (13)
Horários: 10h, 12h, 14h e 16h
Local: Segundo Pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – Altiplano.
Horários de visitação da exposição: Terça a sexta, das 9 às 21h, e sábados e domingos, das 10 às 21h.
Evento: CONTAÇÃO DE HISTÓRIA E ESTÓRIAS - Encontro com antigos quilombolas contando suas memórias e lendas
Dia: Domingo (20)
Horários: 10h, 14h e 16h
Informações: 3214.8303 – 3214.8270
CONTATO PARA A IMPRENSA:
Alberto Banal
Fone: 8809.6404
Lúcia França – Curadora e vice-diretora da Estação Cabo Branco
Fone: 8802.3255
Rivaldo Dias – Chefe do Setor de Eventos
Fone: 8812-3999

Segunda edição da obra sobre a REFORMA EDUCACIONAL NO BRASIL acaba de ser reeditada



Devido ao sucesso de vendas acaba de ser lançada a segunda edição do livro “A Reforma Educacional no Brasil – Processos legislativos, projetos em conflitos e sujeitos históricos”, (Editora UFPB, 2012), de autoria do professor Jorge Fernando Hermida.

A edição, revisada e ampliada, consiste em um estudo teórico-descritivo e tem como objetivo conhecer e compreender, de forma ampla, a política educacional do Brasil, entre os anos de 1988 e 2001, considerando seu desenvolvimento do ponto da vista da história. A publicação é resultado de pesquisas da tese de doutorado defendida na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE/Unicamp) e foi editada pela Editora Universitária da UFPB.

Em “A Reforma Educacional no Brasil”, o autor levanta dados relevantes para compreender a reforma educacional brasileira. O estudo é abrangente e complexo uma vez que envolve questões relacionadas às normas jurídicas, que estão indicadas no anexo no final do livro. São pareceres, portarias aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação e Ministério da Educação (Mec). Embora apresente dados de 2001, a pesquisa é atual, uma vez que os conflitos para se obter uma reforma educacional séria e verdadeira no país passa longe do desejo dos brasileiros.

A obra ganhou nova roupagem, com capa preta e uma fotografia da época medieval que remete ao tipo de construção que fazia da educação, e o acréscimo de comentários com dois prefácios explicativos. “Nunca pensei que um livro meu tivesse que ser reeditado pela procura, ainda mais eu que sou estrangeiro”, comentou surpreso o professor Jorge Fernando Hermida.

O estudo se encerrou em 2001 devido à aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), ou Lei no 10.172, que dentre outras coisas aprova o plano nacional de educação e dá providências. “Este fato foi reconhecido tanto pelas autoridades educativas nacionais como também pelas numerosas associações de professores, estudantes e sindicatos vinculados ao campo da educação, que historicamente, localizam-se na oposição política do processo de reformas, em especial depois que Fernando Henrique Cardoso chegou ao governo”, disse Hermida, natural da República Oriental do Uruguai, que parece conhecer muito mais da realidade política educacional brasileira do que os educadores brasileiros.

O professor Ramos Barbosa é outro admirador do trabalho do professor Jorge Fernando Hermida. “O trabalho é didático, possui uma linguagem fácil, agradável, com extrema qualidade”, comentou Barbosa.

A publicação vem disposta em três capítulos em que fala, dentre outros assuntos, sobre o primeiro momento da reforma educacional no Brasil e seus antecedentes históricos, além de comentar sobre as propostas, seus mentores e os processos legislativos. Permite ainda identificar uma série de contradições que elucidaram os pressupostos e a concepção teórica do projeto do poder executivo para a educação nacional.

Um dos assuntos polêmicos do livro diz respeito ao papel do partido dos trabalhadores, na atual conjuntura, quando apoiava os sujeitos coletivos populares contra a proposta neoliberal de reforma educacional se portavam de uma maneira, e que ainda continua mantendo vigente a política educacional aprovada nos governos anteriores.

Na opinião do professor, Silvio Sánches Gamboa, da Unicamp, que escreve o prefácio da obra, o livro contém novos elementos que responde a certas interrogações e vem para questionar se atual reforma em andamento poderá ser a manutenção de uma falácia com conseqüente aprofundamento das desigualdades.

O AUTOR - Jorge Fernando Hermida Aveiro é natural de Montevideu (Uruguai), com naturalidade brasileira a cerca de 20 anos. É professor do Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro de Ciências da Saúde e da Licenciatura em Pedagogia da Educação a Distância - Centro de Educação da UFPB. Membro do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal da Paraíba. Possui Mestrado em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (1995) e Doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2002). Pós-doutorado no Departamento de Sociologia e Comunicação da Universidade de Salamanca, Espanha (2009-2010). Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Física, Esporte e Lazer" do Estado da Paraíba (LEPELPB), do Departamento de Educação Física da UFPB, cadastrado no CNPq. Foi Pesquisador Visitante na Universidad de Salamanca, Espanha, nos anos 1999, 2000 e 2001. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Infantil, Política Educacional, História da Educação e Educação Física.

SERVIÇO:
A REFORMA EDUCACIONAL NO BRASIL – Processos legislativos, projetos em conflito e sujeitos históricos
Autor: Jorge Fernando Hermida
Editora UFPB
2ª Ed. Revista e Ampliada

Texto de Adriana Crisanto Monteiro
Publicado e divulgado com autorização do autor.

Eliane Velozo abre nova exposição fotográfica


Será aberta nesta quinta-feira (12), às 19h, no segundo pavimento da Torre Mirante, a exposição fotográfica “Redescobrindo a Jornada de meu pai” da fotografa e multiculturalista Eliane Velozo. A artista retorna a Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes para desta vez homenagear o pai Gastão Veloso de Melo, um veterano da Força Expedicionária Brasileira (FEB). A mostra permanece aberta a visitação pública de terça a sexta-feira das 9 às 21h, e sábado e domingo das 10h 21h, até o dia 29 de abril.

Nesta exposição serão exposta aproximadamente 40 fotografias em que retrata a vida de seu pai e o percurso que ele fez desde o seu alistamento e embarque para a II Guerra Mundial. Gastão Veloso de Melo nasceu em Lajedo/PE, em 1922, onde viveu e trabalhou na agricultura, até o seu alistamento militar, em 1942. Embarcou para a Itália, durante a II Guerra Mundial, no 5º. Escalão de Embarque, retornando ao Brasil em outubro de 1945. Tem 88 anos de idade e reside no Recife, onde é membro da Associação dos Veteranos da FEB. É casado com Enedina Alves de Melo e tem sete filhos, cinco netos e um bisneto.

Foi na busca individual de entender o significado de ser um veterano de guerra que a artista resgatou fotos e registros da época e voltou com o seu pai aos lugares onde ele nasceu (Lajedo), se alistou (Caruaru), serviu (Jaboatão), patrulhou o litoral de Pernambuco (Tamandaré), fez treinamento militar e embarcou para Itália (Rio de Janeiro). Em 2011, a artista viajou para a Europa quando refez a trajetória do veterano, nos locais onde ele lutou e visitou (Itália), durante e logo após o término da Segunda Guerra Mundial.

Ainda mais provocada pelas ações nazi-fascista contra judeus, negros, ciganos, homossexuais e povos de todo o mundo, Eliane Velozo foi à Polônia e à Holanda onde se emocionou nos campos de concentração e ao ter contato com monumentos referentes às atrocidades cometidas e também às lutas de libertação.

De volta ao Brasil, Eliane Velozo homenageia todos que, de alguma forma, se envolveram na II Guerra Mundial, e enaltece a possibilidade da paz mundial, partilhando a dor, o espanto, e a recriação dos processos de fraternidade ao expor fotografias, textos, mapas, rotas e vídeos que produziu. Além disso, como parte essencial de seu processo de criação, registra emoções e reflexões em um diário de viagem disponibilizado no endereço: http://jornadademeupai.blogspot.com/.

SOBRE A ARTISTA - Eliane Velozo nasceu em Lajedo. É formada em Comunicação Visual (UFPE) e Mestra em Belas Artes (Universidade de Illinois, em Chicago-EUA). É fotógrafa e multiartista e tem experiências educacionais nas áreas de criatividade, fotografia, comunicação, arte e sinestesia. Já expôs, entre outros lugares, em várias capitais Brasileiras, em Lisboa e Porto (Portugal), Cidade Velha (Cabo Verde), e no Texas, St. Louis e Chicago (EUA). Sempre participa e coordena projetos individuais e coletivos. Reside a 14 anos em Belo Horizonte.

SERVIÇO:
EXPOSIÇÃO DO PROJETO “REDESCOBRINDO A JORNADA DE MEU PAI”
Local: Segundo pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes, altiplano.
Abertura: Quinta-feira (12)
Horário: 19h
Período: de 12 a 29 de abril.
Horário de visitação: Segunda a sexta, das 09 às 21h, e sábados e domingos, das 10 às 21h.
Fone: 3214.8303 – 3214.7280

Cultura dos Potiguara e Tabajara será debatida na Estação Cabo Branco


A arte, os costumes e as tradições de dois povos indígenas da Paraíba serão destaque neste mês de abril na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes. Trata-se da I Mostra Cultura Viva: povo Potiguara e povo Tabajara do Estado da Paraíba que será aberta nesta terça-feira (10), às 9h, com o ritual Toré conduzido pelos indígenas.

A Mostra prossegue até o dia 26 de abril com várias atividades artísticas, palestras, ciclo de debates, rodas de conversa com estudantes, professores e o poder público para discutir sobre os aspectos que envolvem a arte, saúde, cultura e economia das comunidades indígenas que ocupam as duas maiores áreas litorâneas da Paraíba.

Programação – A abertura oficial nesta terça-feira (10) contará com a presença de representantes dos governos municipal e estadual, da Fundação Nacional do Índio (Funai), Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e dos representantes de cada povo indígena. Logo após a abertura, haverá apresentação do Toré da Escola Estadual Pedro Poti. No período da tarde acontece a apresentação do espetáculo Brasil. Paralelo ao evento, no segundo pavimento da Torre Mirante, será aberta uma exposição com utensílios, artesanato, fotografias e vídeos dessas comunidades.

Povos - Os potiguara e tabajara constituem um grande exemplo de luta entre os povos indígenas no Nordeste brasileiro. Suas histórias de contato com a sociedade não indígena remonta ao início da colonização. Hoje, procuram manter o vigor de sua identidade étnica por meio do reaprendizado da língua Tupi-Guarani, do complexo ritual do Toré, da circulação de dádivas nas festas de São Miguel e de Nossa Senhora dos Prazeres, e na produção cultural dentro da prática do turismo étnico.

Os tabajara habitaram a zona da mata e o agreste paraibano e pernambucano, na Região Nordeste do Brasil. Extintos pela miscigenação, seu território estendia-se da Ilha de Itamaracá até o Rio Paraíba, adentrando pelo Agreste até o vale do Rio Pajeú. Atualmente se encontram aglomerados em pequenos povoadas na região do litoral sul da Paraíba, no Conde (Barra de Gramame, Jacumã e periferia), em Alhandra (Mucatu), Pitimbu (Abiaí) e em João Pessoa, nos bairros de Mandacaru, Cristo, Geisel e Jardim Veneza.

Os potiguara (“comedores de caramão”, de pety, “camarão” e guara, “comedor”) são indígenas que habitavam o litoral da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, quando os portugueses e outros povos europeus chegaram ao Brasil. Nos dias atuais estes habitam o norte do Estado, junto aos limites dos municípios de Rio Tinto, Baía da Traição e Marcação (na Terra Indígena Potiguara, Terra Indígena Jacaré de São Domingos e Terra Indígena Potiguara de Monte-Mor). Falam o potiguara, um idioma da família tupi-guarani.

SERVIÇO:
I MOSTRA DO POVO POTIGUARA E POVO TABAJARA
Abertura: Terça-feira (9)
Hora: 9h
Local: Auditório da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes.
Informações: 3214.8270 – 3214.8303

Robô Dinossauro de 10 metros foi instalado na Estação Cabo Branco


Um robô dinossauro de aproximadamente 10 metros foi instalado na base da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no altiplano, no início desta tarde. O robô será uma das atrações deste sábado (11) da V Olimpíada Brasileira de Robótica. O evento acontecerá durante todo o dia e promete atrair um grande número de pessoas.

O dinossauro foi idealizado e construído pelos estudantes do curso especial de robótica do Colégio Pio XI de João Pessoa. O robô dinossauro é da família do “tiranossauro rex”. Possui uma base de metal, com grande calda e todo revestido em espuma.

A concepção estética é do artista plástico Adriano Bezerra. O tiranossauro rex emite som, mexe a cabeça e acende luzes dos olhos. Os estudantes e construtores do tiranossauro têm em média de 7 a 10 anos de idade e estão cursando o ensino médio no Colégio Pio XI.

O professor de tecnologia de informática (TI), José Leonardo Tavares, disse que a finalidade deste trabalho com os alunos do Pio XI é de promover a interdisciplinaridade. “Antes de construir os alunos pesquisaram na internet, aplicaram os conhecimentos da física, matemática e da química que aprenderam em outras disciplinas na própria escola”, comentou.

A V Olimpíada Brasileira de Robótica será aberta oficialmente neste sábado (11), às 9h, com palavras de boas vindas aos participantes pela equipe da OBR, vinda especial para este evento na Paraíba, em que fará a leitura pública das regras da competição. Em seguida haverá a demonstração de como será o processo de arbitragem e divulgação dos resultados. Na sequencia, são preparadas as arenas de competição, sorteio das equipes e dos juízes das partidas.

Serão três rodadas em que participam todas as equipes. A primeira rodada tem início às 10h com as 47 equipes do ensino fundamental e cinco equipes do ensino médio e técnico, valendo neste caso a maior nota que será exibida no placar eletrônico instalado nas quatro arenas montadas para a competição.

A segunda rodada será a tarde, às 13h00. A terceira rodada tem início às 15h00, com o mesmo procedimento da primeira, em que passa a valer a maior nota das três rodadas. Às 17h o organizador local conduzirá a cerimônia de premiação das equipes.

O coordenador da Olimpíada na Paraíba, Fagner Ribeiro, disse que se inscreveram 47 equipes do nível I e 5 equipes do nível II. “Isso foi uma grande surpresa para nós, pois no ano passado a Paraíba teve um dos menores números de participantes”, comentou. A final será em São João Del Rei (MG), no período de 18 a 21 de setembro.

O evento é uma parceria entre a Universidade Estadual Paulista (UNESP), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Prefeitura Municipal de João Pessoa e Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Arte. A entrada é gratuita, pública e sem fins lucrativos destinada a despertar o interesse de alunos e professores por ciência e tecnologia com foco principal na robótica para inclusão tecnológica.

A ORB faz parte das olimpíadas científica que promovem olimpíadas de matemática, física, história do Brasil, química, astronomia e astronáutica. O evento tem o objetivo de atuar como instrumento para melhoria do ensino fundamental e médio, bem como identificar jovens talentos que possam ser estimulados para carreiras técnico-científicas.

O coordenador local, representando a Paraíba, Fagner Ribeiro, disse ainda que a olimpíada vai dar visibilidade a Estação por ser pioneira, no Estado, em sediar um evento dessa natureza e de grande importância para incentivar os estudantes estimulando-os a carreira técnico-científica. Mais informações no endereço eletrônico www.obr.org.br ou pelos telefones 3214.8303/8270 ou pelo email fagnertrabalho@bol.com.br

SERVIÇO: V OLÍMPIADA BRASILEIRA DE ROBÓTICA
Sábado (11 de junho)
Hora: 9h
Local: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – Altiplano

Escultura de Abelardo da Hora é instalada na Estação Cabo Branco


Mais uma escultura do artista plástico pernambucano Abelardo da Hora foi instalada nesta quinta-feira (9) na Estação Cabo Branco Ciência – Cultura e Artes, no Altiplano. A obra intitulada “Mulher Reclinada III” foi esculpida e idealizada pelo artista no ano de 1999. A escultura é de bronze platinado e ficará exposta no jardim da Estação, localizada entre o prédio administrativo e o anfiteatro.

“Mulher Reclinada III”, que tem 1,25 de altura, 2,25 de comprimento, 0,65 de comprimento e pesa 300 quilos, faz parte agora da coleção de obras permanentes da Estação Cabo Branco adquiridas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) para compor o acervo artístico e cultural da casa.

Além dela, mais duas obras de Abelardo da Hora estão instaladas no espelho d´água, na parte inferior da Torre Mirante. São: ‘A mulher na rede’, com 1,40 altura, 2,60 de comprimento, 430 quilos e largura de 0,90 metros, e ‘Mulher de pernas dobradas’, que possui 1,20 metros de altura, 2,0 de comprimento, com largura de 0,80 centímetros e 410 quilos.

“Ate o final de setembro está programada a entrega de mais três novas esculturas de Abelardo da Hora”, disse a vice-diretora e curadora Lúcia França.

A história da Estação Cabo Branco com Abelardo começou com a exposição ‘Amor e Solidariedade’ no ano passado, quando reuniu um conjunto de 130 obras do artista. Com a aceitação do público e a combinação perfeita entre as obras de Abelardo com o desenho de Oscar Niemeyer a gestão da Estação e a prefeitura resolveram adquirir algumas obras de Abelardo da Hora.

O artista – Abelardo da Hora nasceu em 1924 em São Lourenço da Mata (PE). Formado pela Escola de Belas Artes do Recife, conviveu com nomes como Vicente do Rêgo Monteiro e Hélio Feijó. Vanguardista, foi um dos fundadores da Sociedade de Arte Moderna do Recife e um dos precursores da arte cinética no país. É mestre de toda uma geração de artistas pernambucanos de renome, partindo de Francisco Brennand até José Cláudio, Corbiniano Lins, Guita Scharifker, Gilvan Samico e Wellington Virgolino.

As obras de Abelardo da Hora estão espalhadas por todo o mundo: China, França, Estados Unidos, Suíça, Rússia e na antiga Tchecoslováquia. No Brasil, integra os acervos do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, Museu do Solar do Unhão na Bahia, Masp (Coleção Pietro Maria Bardi), Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Mac/Usp), Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (Mamam) do Recife e em inúmeras coleções particulares.

Todos os países da Europa, além da Mongólia, Argentina, Canadá e EUA já receberam suas obras em exposições individuais e coletivas. Diversas vezes premiado em Salões de Artes Plásticas em todo o país, desde a década de 50 é delegado em Pernambuco da Secção Brasileira da Internacional de Artes Plásticas ligada à Unesco, além de ser um dos fundadores da Associação Brasileira de Escritores (ABDE) em Pernambuco.

Vai começar o Arraiá da Estação!


A Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes neste mês de junho elaborou uma vasta programação para comemorar as festas juninas, uma das mais populares do Nordeste. Trata-se do projeto Arraiá da Estação que terá abertura oficial nesta terça-feira (7), às 19h, no segundo pavimento da Torre Mirante, com entrada aberta ao público.

Até o dia 28 de junho o visitante vai encontrar uma programação com exposições, música, danças populares, vídeos, oficinas, sarau de poesia e outras atividades educativas, artísticas e culturais. “Abrimos a programação especial de São João proporcionando a comunidade atividades para todos os públicos, forma gratuita”, disse a diretora geral da Estação Cabo Branco, Marianne Góes.

Nesta terça-feira (7) será aberta a “Mostra Festejos Juninos – Sonho e Alegria do Povo Nordestino”, com animação do grupo tal de Xote. O segundo pavimento da Torre Mirante foi projetado com vários ambientes que lembram a vida e a cultura do povo nordestino. O visitante vai se sentir como se estivesse numa casa do sertão. Haverá um ambiente colonial, um quarto, escritório e uma sala. Compondo ainda o cenário pode ser visto xilogravuras e cordéis de José da Costa Leite e uma série de vídeos sendo exibidos sobre poesia popular e repente.

A mostra, que está na sua segunda edição, apresenta um retrato das regiões do semi-árido e cariri nordestino, através de duas exposições. A primeira intitulada Museu do Semi-Árido – Viver e Compreender traz o mobiliário e objetos utilizados pelo homem do campo da região do Cariri, e móveis de época do acervo particular do professor Daniel Duarte, organizador do Museu do Semi-Árido (MISA). Uma parte deste mobiliário compôs a cenografia do filme “A Pedra do Reino”.

A segunda é uma exposição de fotografias que tem como título: Revelando as Belezas do Cariri. São em cerca de 70 imagens de uma expedição de fotos, realizada em 2010, fruto de um concurso fotográfico promovido pelo MISA. Além de fotografias da coleção do professor e fotógrafo Arion Farias. A vice-diretora e curadora da Estação Cabo Branco, Lúcia França, disse que este ano as exposições foram ampliadas. “Além das mostras teremos vídeos com reprodução sobre repentes e cultura popular”, acrescentou.

Outra atividade que será aberta no local é a Mostra Mulheres Artesãs, uma ação da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura Municipal de João Pessoa (SPPM/PMJP). A ação é fruto da Feira Mulheres Empreendedoras em Movimento, criada em 2005 pela secretaria. A Mostra surgiu com o objetivo de incentivar e fortalecer a autonomia das mulheres que se encontram na informalidade, com prioridade para aquelas que se estão em situação de risco social (pobreza e violência doméstica).

A coordenadora, Lúcia Silva, da área de trabalho e enfrentamento a pobreza, comentou que a maioria das artesãs que estão expondo no local participaram do Projeto Raízes da Arte, que capacitou cerca de 50 artesãs, agregando com isso valor ao produto artesanal, destacando e valorizando ícones da identidade cultural e histórica da cidade de João Pessoa.

Na Mostra de Mulheres Artesãs, o visitante vai encontrar crochê, bordados, reciclados e fuxico, que estarão também sendo vendidos a preço bastante populares. No dia 11 de junho, sábado, tem início as apresentações das quadrilhas e trios de forró, no anfiteatro da Estação Cabo Branco, a partir das 17h30, com entrada também aberta ao público. Na sala de audiovisual estará sendo exibido o filme do projeto Estacine “Casamento de Romeu e Julieta”, às 18h30 e no dia 12 de junho, domingo, se apresentação da banda Cabaçal, no anfiteatro. Confira a programação completa:
PROGRAMAÇÃO
Data
Atividades
04 e 05/06/11
· Projeto Estacine com o Filme DEUS É BRASILEIRO
Local: Sala de Audiovisual, às 18h30
05/06/11
· Concerto com a Orquestra de Câmara da PMJP
07/06/11
· Projeto “Terça Tem!” com o grupo JAZZERA
Local: Auditório, às 19h
07/06/11
· Abertura do projeto Arraiá da Estação com a apresentação do grupo Tal de Xote, às 19h, e abertura da exposição Festejos Juninos e Mostra de Mulheres Artesãs
Local: 2º andar da torre
11/06/11
· Apresentação de Quadrilha Junina
Local: Anfiteatro, às 17h30
11/06/11
· Olimpíada Brasileira de Robótica, das 9h às 18h
11 e 12/06/11
· Projeto Estacine com o Filme CASAMENTO DE ROMEU E JULIETA
Local: Sala de Audiovisual, às 18h30
12/06/11
· Projeto Venha Ver a Lua, às 18h30
12/06/11
· Apresentação de Banda Cabaçal
Local: Anfiteatro, às 17h30
14 e 15/06/11
· Projeto Música em Performance – Parceria da ECARTES/DEMUS-UFPB
Local: Todos os espaços da Ecartes, de 9h às 21h
14/09/11
· Apresentação de Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus
Local: 2º andar da torre, às 19h
15/06/11
· Projeto Estação Poética com o tema “Cantos e Encantos de Acauã”, tendo como convidado o cantador e poeta Pedro Soares
Local: Salão Panorâmico, às 19h
16/06/11
· Projeto Estação França com a Exibição do Filme “BOXES”
Local: Auditório, às 19h
19 e 19/06/11
· Projeto Estacine com o Filme SONHO DE INACIM
Local: Sala de Audiovisual, às 18h30
18/06/11
· Apresentação de Banda de Pífanos
Local: Anfiteatro, às 17h30
19/06/11
· Apresentação de Cultura Popular (Teatro de Babau
Local: Anfiteatro), às 17h30
25 e 26/06/11
· Projeto Estacine com o Filme ÁRIDO MOVIE
Local: Sala de Audiovisual, às 18h30
25/06/11
· Apresentação de Bebé de Natércio – Tel: 8827.7340
Local: Anfiteatro, às 17h30
26/06/11
· Apresentação de Quadrilha Junina
Local: Anfiteatro, às 17h30

O que quer o que pode essa língua?


Perspectiva Social e Histórica da Nova Ortografia do Brasil agora em livro de bolso

Dentro de uma perspectiva social e histórica sobre a nova ortografia do Brasil o professor universitário Jorge Fernando Hermida e a professora de Letras Noeli Salete Sorgatto acabam de lançar, pela editora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o livro “Nova Ortografia do Brasil e países de língua portuguesa: perspectiva social e histórica” (João Pessoa, 134p, 2011.R$ 15,00).

A publicação não traz apenas as principais mudanças na língua portuguesa brasileira, mas, dentre outros aspectos, apresenta uma cronologia dos principais acordos ortográficos, uma síntese da história das línguas no mundo e breve história da língua portuguesa. Com algumas ilustrações o livro de bolso apresenta também um pouco de filosofia e mostra de forma humorada e divertida as curiosidades do português de Portugal e do Brasil.

O livro traz ainda uma lista com os idiomas das tribos indígenas brasileiras ameaçadas. “Das 1.200 línguas faladas do país antes da chegada dos conquistadores portugueses restaram apenas 181. Essa rica diversidade está desaparecendo do país. Isso é preocupante”, alertou o professor Jorge Fernando Hermida.

Outra preocupação dos autores é em como fazer com que os conteúdos vinculados a reforma ortográfica possam chegar a todas as pessoas, principalmente, em um país como o Brasil que detém hoje uma taxa de analfabetismo que oscila entre 10 a 12% do total da população.

Redigido em uma linguagem simples e didática o livro “Nova ortografia do Brasil e países de língua portuguesa: perspectiva social e histórica” está estruturado em 10 capítulos e procura tratar do assunto de forma interdisciplinar. “Este ordenamento permite que os leitores, em especial os pais, estudantes e professores, fiquem livres para selecionar os métodos, os conteúdos e as técnicas mais adequadas para apoiar-se na temática e posteriormente socializá-la”, esclareceu o professor Jorge Fernando Hermida.

A capa do livro traz uma ilustração do mapa mundi do século passado envelhecido, como num pergaminho, e mostra a ligação, a teia, a rede social que um idioma de um país pode alcançar, mostrando até onde os signos linguísticos podem chegar, podem fazer para se comunicar.

O livro disponibiliza um anexo com a versão oficial do Acordo Ortográfico de 1990 e lei publicada no Diário Oficial da União em 2008. “Esperamos que os documentos oficiais sejam material de consulta para os pesquisadores que queiram aprofundar sobre o tema”, concluiu Hermida.

SOBRE OS AUTORES:

JORGE FERNANDO HERMIDA – É natural de Montevidéu (República do Uruguai), naturalizado brasileiro a mais de 20 anos. Doutor em Filosofia, História e Educação pela Universidade de Campinas (Unicamp), Pós-Doutor em Sociologia da Educação pela Universidade de Salamanca (Espanha). Atualmente é professor nos Departamentos de Educação Física, do Programa de Pós-Graduação do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (PPGE/UFPB) e professor do curso de pedagogia à distância (EAD) da UFPB. É coordenador e líder do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Educação Física, Esporte e Lazer da Paraíba (LEPEL/PB). Tem vários livros publicados pela editora universitária da UFPB. Entre eles: Educação Infantil – Políticas e Fundamentos (3ª edição), Educação Física: Conhecimento e Saber Escolar, A Reforma Educacional no Brasil, Educação na Era FHC, Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental – Formação de Professores, Educação Infantil – Experiências e Vivências no Nordeste do Brasil. Um dos livros que organizou Educação Infantil – Políticas e Fundamentos foi adotado no Timor Leste (país que recentemente adotou a língua portuguesa como idioma oficial).

NOELI SALETE SORGATTO – Natural de Santa Catarina. Mestre em Educação pela FURB, graduada em Letras pela FACEPAL (PR). Experiência docente em educação pública e privada. Planejou e implantou a Escola de Educação Infantil Básica da Unidavi (SC). Atualmente residindo na Paraíba, em Cabedelo (PB). É professora mediadora do Curso de Pedagogia a Distância da Universidade Federal da Paraíba (EAD/UFPB).

SERVIÇO:

LANÇAMENTO: NOVA ORTOGRAFIA DO BRASIL E PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA: PERSPECTIVA SOCIAL E HISTÓRICA

Autores: Jorge Fernando Hermida e Noeli Salete Sorgatto

Editora Universitária

Ano: 2011

134 páginas

Preço: R$ 15,00.